domingo, 27 de outubro de 2013

A Vida não é Bela!



Do vulgar e do corrupto
A sobra do que é o mundo
Realidade que choca, entristece.
Ausência de valores neste lugar imundo

Do mínimo chamado
Ao qual a morte prática,
E a ida de uma pessoa
Que em prantos...
Deixa toda uma família

O mínimo descuido
A fronteira entre a falha e o sucesso
E a realidade, exigente pela perfeição.
Mas só nos mostra um lado oculto
O nosso lado mais perverso.

E daquela pessoa, sua “amada”.
Tudo que você, por ela, sentira.
Em minutos, quiçá segundos.
Torna-se e não passa de um nada

Tudo há uma realidade oculta
Basta parar para percebê-la
E ver que até para o mais perfeito caso
Que a vida não é bela.

sábado, 26 de outubro de 2013

Mundo...



Aqui há um mundo
Mundo onde me encontro
Mundo de dores
Mundo sem valores
Mundo de cores
Que diante aos meus olhos
Apenas o preto e branco
Deste mundo de horrores

Mundo das ausências, em que o nada prolifera.
Ausência de salvação,
Ausência de liberdade
Ausência de igualdade
Ausência de Liberdade

Mundo de covas cravadas ao chão
E destas sepulturas
Mundo de morte
Mundo de escuridão

Mundo sem caráter
Mundo de pecados
Mundo de Hipocrisia
Mundo de valores perdidos
Que há tempos...
Nunca mais fora encontrados

É deste mundo de seres
Deste mundo de condenados
Mundo este ser o meu
Que a muito espero,
Por se tornar acabado

Os Brutos Também Choram!



Quando um sussurro vislumbra a tristeza
Do sublime tira a vontade de amar
E tudo torna-se resquícios
Lágrimas jorram como sangue de uma ferida
Sentimentos e palavras assolando sua mente
Estraçalhando o mais humano dos sentimentos
Rasgando seus olhos, que como uma represa,
Estava toda a água, a guardar...
E é aí, quando os brutos também choram...

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Exílio Eterno


Quem dera ter resgatado
O que de mim sobrou
De ilusões, fracassado
De um passado, melhorado
Mas que em minha “vida”
Ninguém o optou

Frio e obscuro
Em minha forma
Novamente a resgatando,
A forma em uma carcaça morta
Em meio ao mundo dos vivos... vagando.

Se há uma certa tristeza
Na expressão de meu rosto cravada?
De origem desconhecida pelos outros
Mas que em meu dia-a-dia, torna-se presente
E que pouco a pouco... comigo acaba.

Quem dera pela morte ser beijado
Parar este coração que por decepções
Já a muito fora arrancado
Que não aguenta
Nem por mais um dia, que seja
A dor de nunca ter sido amado.
Não aguento mais dias
“Viver” assim, como um renegado
Aquele que um dia que seja
Não pode ser feliz
E que a morte leva de uma carcaça
Um espírito de tristeza regado!