Do vulgar e do corrupto
A sobra do que é o mundo
Realidade que choca, entristece.
Ausência de valores neste lugar imundo
Do mínimo chamado
Ao qual a morte prática,
E a ida de uma pessoa
Que em prantos...
Deixa toda uma família
O mínimo descuido
A fronteira entre a falha e o sucesso
E a realidade, exigente pela perfeição.
Mas só nos mostra um lado oculto
O nosso lado mais perverso.
E daquela pessoa, sua “amada”.
Tudo que você, por ela, sentira.
Em minutos, quiçá segundos.
Torna-se e não passa de um nada
Tudo há uma realidade oculta
Basta parar para percebê-la
E ver que até para o mais perfeito caso
Que a vida não é bela.