Quem
dera ter resgatado
O que
de mim sobrou
De
ilusões, fracassado
De um
passado, melhorado
Mas que
em minha “vida”
Ninguém
o optou
Frio e
obscuro
Em
minha forma
Novamente
a resgatando,
A forma
em uma carcaça morta
Em meio
ao mundo dos vivos... vagando.
Se há
uma certa tristeza
Na
expressão de meu rosto cravada?
De
origem desconhecida pelos outros
Mas que
em meu dia-a-dia, torna-se presente
E que
pouco a pouco... comigo acaba.
Quem
dera pela morte ser beijado
Parar
este coração que por decepções
Já a
muito fora arrancado
Que não aguenta
Nem por
mais um dia, que seja
A dor
de nunca ter sido amado.
Não aguento mais dias
“Viver”
assim, como um renegado
Aquele
que um dia que seja
Não
pode ser feliz
E que a
morte leva de uma carcaça
Um espírito
de tristeza regado!